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  • Diário e Roteiro da Viagem feita pelo Capitão de Fragata AugustoLeverger, Barão de Melgaço nascido na França em 1802 e faleceu na cidadeCuyaba, capital Mato Grosso em 14 de janeiro de 1880 - Manuscrito com 38páginas legíveis e com a indicação bibliográfica do Dicionário Blake.
  • Rio de Janeiro Ministerio dos Negocios do Imperio de 11 de Agosto de18 - Assinado por JOSE BONIFACIO DE ANDRADA E SILVA.
  • (1) - Resumo para servir de introdução à Memória Estatística sobre os domínios portugueses na Africa Oriental por *** - vinheta com real português - Lisboa- Na Imprensa Nacional - 1834-fio - Com Licença20,5x14 - no verso duas epígrafes de Camões - 85 pp. Enc. em 3/4 chagrin azul escuro com rica douração na lombada por E. Berger.(2) - Memoria Estatística sobre os Domínios Portugueses na Africa Oriental por ** Par do Reino-fio - Lisboa- Na Typ. de José Baptista Morando - 1835 - 21x13 - folha de rosto litografada +1 f. s/n litografada com dedicatória "Ao Duque da Terceira Antonio José de Souza Manoel e Menezes Severim e Noronha Grande em sangue, em armas e amor da Patria Por tributo de veneração e amizade Offerece Sebastiäo Xavier Botelho" -+ 400 pp. -+ 1 f. s/n com index + 1 f. s/n com erratas + 6 cartas litografadas desdobráveis - Enc. em 3/4 chagrin azul escuro com rica douração na lombada por E. Berger.(3) - Segunda Parte da Memória Estatística sobre os Domínios Portugueses na Africa Oriental por ** - Lisboa 1834 e 1835- fio - Contendo a resposta à crítica feita à dita Memoria e inserta na Revista de Edimburgo no 130 de Janeiro de 1837 - pequena vinheta - Lisboa - fio duplo - Na Typografa de A. J. C. da Cruz, Rua Larga de S. Roque no 60 - fio - 1837 18x12 - 110 pp. - Enc. em 3/4 chagrin azul escuro com rica douração na lombada por E. Berger. - Innocencio, VI, p. 225, ns 152, 153 e 154; Pinto de Mattos, p. 389; Azevedo-Samodães (em Xavier), p. 774, no 3592: Ameal, p. 681, no 2542 (rara); Pedroso, p. 25. - Innocencio faz o seguinte comentário que dispensa outros: "A Memoria Estatistica (diz o Sr. Herculano, no Panorama de 1838, a pag. 6) é o mais bem escripto livro de prosa que há vinte annos se tem escripto em Portugal. A segunda parte foi, como d'elle se ve, escripta em redarguição dos ataques que a primeira fizera a Revista de Edimburgo, censurando-a aspera, incivil e immerecidamente. Botelho esforçou-se por aniquilar os argumentos do seu adversario, com a modestia e animo desapaixonado, próprios de quem tem razão parece que dá Memória se imprimiram poucos exemplares e que nenhum fora exposto a venda pública. Estas circunstancias, que duplicaram o mérito intrínseco da obra, a tornaram mais procurada; e por isso os exemplares usados, que casualmente apparecem no mercado, têm valido preços mais altos do que valem de ordinário os livros em tal estado. Vi vender há annos por 1:600 reis um exemplar bem encadernado (ao qual alias faltava a segunda parte), e creio que o preço dos últimos que apareceram completos não tem descido de 2:250 reis, salvo o caso em que a ignorância de algum vendedor o leva a contar-se com menor quantia". São, assim, três obras independentes, mas que se completam, constituindo um dos clássicos sobre o assunto, além dos elogios linguísticos feitos por Alexandre Herculano. Na Memoria Estatística são as seguintes as litografias: planta da Bahia de Lourenço Marques; litografia e plantas do porto de inhambane; antiga Casa de Bartolomeu dos Martires (casa do Governador de Moçambique) planta de Quelimane; planta dos portos de Moçambique, Conducia e Mocambo, e planta da ilha e Cidade de Moçambique que enriquecem o volume como observa Jose dos Santos no Catalogo Samodães. Nossos exemplares estão em estado de novo salyo alguns pequenos furos de bicho, restaurados, na Segunda Parte, com todos os mapas e planchas litografadas e magnificamente encadernados e, por isso, as três obras, hoje em dia, como no tempo de Innocencio, são raríssimas.
  • VILLENEUVE, J. - A Sa Majeste D. Pedro Il, Empereur du Brésil - fioParaguassú - Chronique Brésilienne - Poème Lyrique en Trois Parties de **- fioMusique de J. O'Kelly et J. Villeneuve - no pé Paris, Choudens, Editeur, Rue St.Honoré No 371 - os titulos se encontram dentro de uma portada litografada porMansard com as letras em dourado -26,5x18 - s/data (circa 1861) - retrato litografadode página inteira de D. Pedro ll por Leroy + 1 f. s/n com "Distribution de l'ouvrage*+ 1f. s/n com "Prologue* x 120 pp.com musica e letra +1f. s/n com Épilogue, e no péImp. Castille, rue Favart 2- Enc. em % chagrin verde com douração na lombada por EBerger. - Innocencio, XIlI, p. 270; Blake, 5, p. 258; Raeders, p. 125; Garraux, p. 279em nome de O'Kelly; B.de Moraes, ed. 83, p. 925 - A folha de rosto estámagnificamente colocada dentro de uma portada litografada com motivos florestais etoda impressa em letras douradas, sendo assinada por Mansard, r. St. Honoré 298.Apesar de não datada, a impressão é de circa 1861. J. Villeneuve em 1832 comproude outro francês Plancher Seignot, o Jornal do Commercio, fundado em 1827 com onome de O Spectador Brazileiro, tendo falecido na França em 1863. Nenhuma dasbibliografias mencionadas refere-se a bela folha de rosto e ao retrato de D. Pedro llainda jovem com barbas pretas. O poema lÍrico se divide em três partes, e é baseado no poema Caramur, de St. Rita Durão, e foi representado em Paris, em 1855Quando da Exposição Brasilidades Amazônia e a França, realizada pela FundaçãoCasa França-Brasil, de 23 de maio a 23 de junho de 2005. o exemplar foi emprestadopara exibição, constando o meu nome no Apoio Cultural e Empréstimo de coleçõescomo se vê do convite junto ao livro. Exemplar com bela encadernação feita porEmesto Berger. A Biblioteca Nacional, o Instituto Historico, a Biblioteca Mindlin, aOliveira Lima Collection e a John Carter Brown Library não possuem a obra.Rarissimo.
  • Grande Biombo em vidro jateado com desenhos de garça, flores e plantas em 3 módulos com metal dourado, preso no teto e no chão. Meds: Total: 235 cm de Alt x 328 cm de Larg; Vidro: 169 cm de Alt x 100 cm de Larg cada. ATENÇAO: RETIRADA NA TIJUCA
  • Sala de Cinema composta por: 12 poltronas estofadas em couro sintético, braços com dispensers para copos e cinzeiro; 1 móvel para equipamento de som da marca "Jamce Som", 1 projetor (não testado) e 1 tela "Sony". ATENÇAO: RETIRADA NA TIJUCA
  • LEONARDO GRIMBERG. "Acampamento", medindo 15,8 x 27 x 16 cm., com caixa de acrílico.  Assinado , numerado e datado, 18 de 2021.
  • Quartel General do Commando Interino das armas da Provincia do Rio Grande do Sul em Caçapava -1º de Maio de 1858 - Ordem do Dia N. 161 -assinado por João Frederico Caldwell Marechal do Campo.
  • BARBOSA, D. Joze (preto) Catalogo (vermelho) Chronologico, (preto) Historico,Genealogico, e Critico, das (vermelho) Rainhas (preto)_de Portugal, e seus filhos,Ordenado (vermelho) Por ** Clerico Regular, (preto) Academico Real da HistóriaPortuguesa, e Chronista da Serenissima Casa de Bragança - vinheta gravada a cobre(verme/ho) Lisboa Occidental, (preto) Na Officina de Joseph Antonio da Sylva, Impressorda Academia Real - fio - (vermelho) MDCCXXVII - (preto) com as licenças necessarias25x17.5 - XXIV f. s/n com dedicatória, licenças, censura do Santo Officio e do Ordinario.mais A Quem Ler e Catalogo + 491 pp. - Enc. em pleno marroquim vermelho com frisosdourados na capa e contra capa, seixas internas douradas e rica douração na lombadapor E. Berger. B. Machado, I, p. 827; Farinha, ll p. 361; Innocencio, IV, p. 261, n 2754;Pinto de Mattos, p. 51; Manuel dos Santos, p. 581, no 4420 (estimado e pouco vulgar):Solidonio, p. 227, n 909; Azevedo-Samodães, p. 86, no 296 (muito estimada); Ameal, p.48, n 204; Galvão, 2, p. 722; Andrade, p. 77, no 576 Duas letras iniciais gravadas acobre e todos os escudos das Rainhas de Portugal também gravados a cobre. Asbibliografias citadas consideramlivro muito estimado e com depurada crítica econhecimento da história "tal como podia havel-lo n'aquelle tempo". O nosso exemplar foilavado e restaurado com algumas perdas de letras nas primeiras e nas últimas páginas,mas perfeitamente legível e com todos os escudos (25) em cobre. Bela edição combonito trabalho de restauro e encadernação.
  • CARTA DE LEI (no fim) por que Vossa Magestade, pelos motivos nelladeclarados, Há por bem Declarar instaurada a antiga, verdadeira, e unica Constituiçãoda Monarquia Portugueza, Mandando chamar a Cortes os Tres Estados do Reino.tudo como acima se declara. Dada de Palacio da Bemposta em 4 de Julho de miloitocentos vinte e quatro - Na Impressão Regia - 30x21 - IVff. s/n - Enc. em 3/4chagrin marrom com douração na lombada por E. Berger. - Trata-se da Carta de Leiassinada por D. João VI convocando os Tres Estados do Reino para elaborar umanova Constituição colocando fim na de 1822 decretada pelas Côrtes. Após a abriladaD. Miguel é destituído do comando do Exército e D. Carlota Joaquina é intimada a sairde Portugal. Em 29 de Agosto de 1825 Portugal, pelo Rei D. João Vl, reconhece aIndependência do Brasil e em 5 de Março de 1826. D. João VI nomeia um conselho deregência tendo a filha de D. Pedro, D. Isabel Maria como presidente, tudo visando aimpedir a subida ao poder, pela sua morte, de D. Carlota Joaquina. Tudo termina coma morte de D. João VI, logo após, em 10 de Março de 1826 e com a regênciareconhecendo, em 20 de Março, D. Pedro I do Brasil como D. Pedro IV, Rei dePortugal. As constituições seguidas são todas de autoria de D. Pedro e a Carta de Leide D. João VI não teve nenhum efeito pratico. Rarissimo.
  • (ALVARA) EU O PRINCIPE REGENTE Faço saber aos que o pesente (sic)Alvará com força de Lei virem: Que sendo muito conveniente ao Bem do Meu Real Serviço, que tudo quanto respeita a boa ordem, e regularidade da Disciplina Militar, Economia, e Regulamento das Minhas Forças tanto de Terra, como de Mar, se mantenha no melhor estado; por que delle depende a energia, e conservação das mesmas Forças, que segurão a tranquilidade, e defeza dos Meus Estados; E sendo muitos Negocios desta natureza, que por Minhas Leis, e Ordens são de competencia dos Conselhos de Guerra, do Almirantado, e do UItramar na parte Militar somente, onde senão podem decidir, por Me achar residindo nesta Capital, os quaes não podem estar demorados sem manifesto detrimento do interesse publico, e prejuizo dos Meus Fieis Vassalos, que tem a honra de servir-Me nos Meus Exercitos, e Armadas: Sou Servido Determinar o seguinte. I - Haverá nesta Cidade hum ConselhoSupremo Militar, que entenderá em todas as materias, que pertencião ao Conselho de Guerra, e ao do Ultramar na parte Militar somente; que se comporá dos Officiaes Generaes do Meu Exercito, e Armada Real, que já são Conselheiros de Guerra, e do Almirantado, e que se achão nesta Capital" etc. E seguem em X capítulos as determinaçes do funcionamento do dito Conselho Supremo Militar, assinado pelo Principe e D. Fernando José de Portugal em "Dado no Palacio do Rio de Janeiro em primeiro de Abril de mil oitocentos e oito" - no fim Na Impressão Regia. - 28x18,5 - VIlf. s/n - Enc. em plena carneira com douração na capa e na lombada. - Câmara, vol. 2p. 183. -Letra capitular "E" xilografada. Curiosamente não é referido em Valle Cabral, nem em Camargo&Moraes. Éé o Principe criando o Conselho Supremo Militar e de Justiça na Capital do Reino na Cidade do Rio de Janeiro. È a primeira edição porque contém o erro "pesente" em lugar de presente logo no inicio. A data é anterior a fundação da Impressão Regia em 13 de Maio de 1808, porém, os documentos anteriores foram, após, impressos, com as datas anteriores de suas assinaturas. Avôdo Superior Tribunal Militar não possui o original.
  • SCHMIDT, Augusto Frederico - Os Reis - llustrações de Darel - Gráficade Artes - Rio de Janeiro - 1953 - 32,5x25 - 1 f. s/n + 27 pp. + 1 f. s/n comcolofão - Enc. conservando as capas da brochura em %4 chagrin azul comdouração na lombada. - Exemplar 45/100 assinado pelo ilustrador. Na falsafolha de rosto as seguintes dedicatórias: "'Para Afraninho e Jamina um muitofeliz natal. Raymundo, Rio 1954" e outra "e agora para Hariberto de MirandaJordão Filho por Darel com um abraço - 14-5-80". Raro.
  • COSTA, João Severiano Maciel da - Memoria sobre a necessidade de abolira introducção dos Escravos Africanos no Brasil; sobre o modo e condiçõis com queesta abolição se deve fazer; e sobre os meios de remediar a falta de braços que elapode ocasionar, por ** Do Conselho de Sua Magestade, natural da Cidade deMariana em Minas Gerais. Offerecida aos Brasileiros seus compatriotas -escudo comas armas do Reino Unido de Portugal e Algarves Coimbra - Na Imprensa daUniversidade -fio-1821 -21,5x15,5 - no verso da folha de rosto duas epígrafes, umaem francês e outra em latim + 1 f. s/n com Advertencia + 90 pp. - Enc. em 3/4 chagrinazul com douração na lombada por E. Berger. Innocencio, IV, p. 34, n 1288;Catalogo, p. 1290, n 15164; Blake, 4, p. 47; Rodrigues, p. 382, no 1496 (raro); Manoel dos Santos, p. 25, n' 286 (raro); Argeu, p. 375; M. & Berrien, p. 628, no 4390; B.deMoraes, I, p. 188, e ed. 83,. p. 221 (very rare); Bosch, p. 261, no 327; JCB, p. 567Borba de Moraes, além de acentuar a raridade do livro, diz que é documento do maisalto valor, e um dos mais sérios trabalhos contra a escravidão. Anterior aRepresentação de Jose Bonifacio contra a escravidão, também anotada, constitui umdos mais importantes trabalhos para se pôr fim a escravidão então existente no Brasil.A "Advertencia" merece transcrição: "Esta Memoria esteve licenciada na tipografia doRio de Janeiro desde 3 de Julho de 1820 até quasi Abril do corrente ano sem que lhexegasse a sua vez. Esta advertencia é necessaria, porque muitas coisas que nela seaxão foro escritas com relação ao Brasil e ao estado das coisas então, as quais nãofoi possível ao autor emendar. Os motivos que determinarão a composição delassubirão de quilate com a nova Organisação politica da Monarquia, porque, entre outrasconsiderações, basta lembrar que mal se póde casar uma Constituição livre com otrafico de comprar e vender homens, injurioso à humanidade. E que materia maisdigna da atenção do Soberano Congresso, na qual tanto vai da prosperidade e mesmoda segurança d'aquela parte tão importante desta vastissima Monarquia?". O autornasceu em Minas Gerais em 1769 e faleceu no Rio de Janeiro em 1833. FoiDesembargador do Paço e Governador da Guiana Francesa no periodo de 1809 a1819, época em que o Brasil a ocupou. Voltou a Portugal com D. João VI e depois foiMinistro Plenipotenciário junto a Santa Sé. Retorando ao Brasil, primeiro Visconde edepois Marquês de Queluz, fez parte da Constituinte de 1823 e assinou a Constituiçãodo Império de 1824. Foi várias vezes Deputado, Senador e Ministro de Estado, enfim,um dos grandes brasileiros de seu tempo. Pereira da Silva, na Historia da Fundaçãodo Império do Brasileiro diz: "Deve-se ao desembargador Maciel da Costa, quedurante todo o tempo da ocupação portugueza exerceu em Cayenne o governosupremo da colonia, a introdução em varias Capitanias do Brasil da noz-moscarda, docravo, de diversas expeciarias finas, da arvore pão, e da canna conhecidaposteriormente pelo nome de Cayenna, que melhorarão a agricultura nacional eaugmentarão a sua riqueza" (vol. I, p.75). No Catalogo de Obras Raras da Bibliotecada Câmara dos Deputados, vol. 2, na p. 87. Margens não aparadas.
  • DECRETO - HAVENDO Determinado Mandar estabelecer nesta Cidade humaFabrica de Polvora, onde com toda a perfeição, e brevidade possível se manufactureaquella quantidade necessaria não só para os differentes Objectos do Meu RealServiço, mas para o consumo dos Particulares em todos os Meus Dominios Continente do Brasil, e Ultramarinos: Sou Servido incumbir a Creação, e Inspecçãodeste importante Estabelecimento ao Brigadeiro Inspector de Artilheria, e FundiçõesCarlos Antonio Napion, cujo zelo, e superiores luzes, e intellgencia neste Ramo doMeu Real Serviço se tem sobejamente manifestado, e feito digno da Minha RealAttenção; ficando a Parte Administrativa confiada ao Doutor Marianno José Pereira daFonseca, que Hei por bem Nomear Thesoureiro da Administração, a cujo Cargopertencerá a compra, e paga do Salitre, e mais Objectos da Fabrica, e por estedesembolço, em quanto não houver fundos no Cofre, receberá a commissão de hummeio por cento por mez; devendo desde logo proceder a tomar os Armazens secos,que forem necessarios para o depozito do Salitre, e mais mixtos, cuja renda serásatisfeita depois pelo Cofre da Polvora. O referido Thesoureiro terá tambem humEscrivão do seu Cargo, a quem competirá a clara, e simples Escrituração de todo esteEstabelecimento, o qual Mando sugeitar, como convem, à Repartição da Secretaria deEstado dos Negocios da Guerra, por onde o Inspector não só fará todos os annospublicar o preço, porque se pagará o Salitre, segundo a quantidade, que concorrer aVenda nos Meus Reaes Arsenaes; mas examinando o estado dos depozitos.representará todos os annos a quantidade de Polvora, que se deve dar para o Serviçoda Artilheria, Praça, Tropas, e Marinha Real segundo esta ultima Repartição requerer;e indicar a que, sem detrimento do Meu Real Serviço, se poderá facilitar de Venda,devendo esta ser feita pelos mencionados Thesoureiro, e Escrivão. Dom Rodrigo deSousa Coutinho, do Meu Conselho de Estado, Ministro Secretario de Estado dosNegocios Estrangeiros e da Guerra o tenha assim entendido, e faça executar. Palaciodo Rio de Janeiro em treze de Maio de mil oitocentos e oito - Com a rubrica doPRINCIPE REGENTE N.S.- Regist. - Na Impressão Regia - 28,5x19,5 - 1 f. s/n - Encem '%2 couro azul com douração na capa. -Camargo & Moraes, p. 6, no 19.- Éimportante porque saido dos prelos da Impressão Regia no dia 13 de maio de 1808data de aniversário natalicio de D. João VI e da fundação da imprensa no Brasil. Borbade Moraes, no O Bibliófilo Aprendiz, na p. 162, aponta o Decreto como o 3 (terceiro)"impresso no mesmo dia 13 de maio" pelo qual D. João nomeia o Brigadeiro Inspectorde Artilheria, Fundações, Carlos Antonio Napion para a criação e instalação daFábrica de Pólvora. Pelo Decreto de 13 de junho de 1808 foi mandado erigir a fábricana zona sul da cidade do Rio de Janeiro, na Lagoa Rodrigo de Freitas que quando dodescobrimento era conhecida como Sacopenapã, que significa "Lagoa do Sacó" (umaave que se alimenta, preferencialmente, de peixes mortos) e que na época era umengenho que antes pertencera ao português Rodrigo de Freitas, área que foiincorporada ao Erário Régio. A região foi primeiramente ocupada pelos indiosTamoios.
  • (REFLEXIONES IMPARCIALES) - sem folha de rosto e qualquer identificação da impressão e data, mas é de Buenos Ayres - Imprenta de la Libertad - 1837- 20x13XXIll f. + 100 pp. - seguido de ACCESSORIO Historico-Canonico-Legal a Las Reflexiones Imparciales de un Brasileiro sobre El Mesage del Throno, y las espuestas de las Cámaras Legislativas en la parte relativa al nombramiento del Obispo del Rio de Janeiro, y de la Santa Sede - Compuesto de dos Breves Memorias una Brasilera sobre la doctrina de la Iglesia Lusitana relativa a la Institucion Canónicade los Obispos, y otra Italiana razonada, y documentada, referente al punto historico de la materia desde el ao de 1640 al de 1669 del Siglo XVII.- E Impreso con las licencias necesarias, y con algunas adiciones, y notas se aladas con asteriscos, y números, á solicitud, y expensas del Doctor en Sagrada Theologia Bachiller en Jurisprudencia, D. Pedro Ignacio de Castro, Y Barros con el laudable fin, de que el horrendo escándalo activo del Gobierno Imperial del Brasil en la materia, no se haga pasivo en nuestra America, y que, peraneciendo esta independiente, y soberana en lo politico, y civil para su bien temporal, se conserve súbdita, y obediente en lo religioso de la Santa Sede Romana para su bien espiritual, temporal, y eterno Buenos Aires - Imprenta de la Libertad, Calle de la Paz Num. 55 - 1838 - 20x13 - 20pp. + Historia breve documentada sobre la larga vacante de las Iglesias en el Reino de Portugal desde en ao de 1640 hasta el de 1669 com 36 pp, inclusive Indice e Erratas Enc. em pleno couro azul com riscos e florões na capa e contra capa e douração na lombada por E. Berger. - Rodrigues, p. 4, nº 10 (só o Acessório); B. de Moraes, II, p.176, ed. 83, p. 702; Palau, XV, p. 336, nº 253245 e 253246 - A primeira publicação é aversão espanhola do panfleto em português, e a segunda o "Acessorio" sobre ela Borba de Moraes diz que a "Reflexiones" é a versão do anteriormente publicado no Rio de Janeiro, o que é verdade como visto, e que vem sempre junto com o "Acessorio". Diz mais o Mestre Borba de Moraes que ambas as publicações "are rare" Exemplar com a falta da folha de rosto - que se encontra reproduzida de forma manuscrita em papel da época. Exemplar com licenças para publicaro.05- REFLEXÕES IMPARCIAES sobre A Falla do Trono e as respostas das Camaras Legislativas de 1836, na parte relativa ao Bispo Eleito d'esta Diocese e à Santa Sé Apostolica fio - Rio de Janeiro - Imprensa Americana de I. P. da Costa Rua do Hospicio n. 118 - 1837 -19x12,5 - no verso três epigrafes em latim +1 f. s/ncom Advertencia + 78 pp. + 1 f. s/n com indice dos capitulos - Enc. em pleno chagrin vermelho, com seixas internas douradas, riscos e florões na capa e contra capa e douração na lombada por E. Berger. - Desconhecido de Rodrigues, Borba de Moraes, Mindlin e JCB. é a edição original em português do panfleto em espanhol a seguir anotado, tão somente referido por Borba de Moraes, parecendo não ter ele visto esta edição. Exemplar com um pequeno rasgo do lado direito da folha de rosto, sem perda de tipos, mas com a perda de parte da última epigrafe em latim no verso da folha de rosto. Texto em estado de novo. A Imprensa Americana começou a funcionar em 1832e fechou as portas em 1852, in Paulo Berger, p. 37.
  • LOBO, ROQUE FERREIRA - Historia da Feliz Acclamação do Senhor Rei D.João O Quarto com huma serie chronologica dos Senhores Reis de Portugal - Epocas do seu Nascimento; Pátria; Idade em que começárão a Reinar; Casamentos; Filhos; Lugar onde falecêrão; onde jazem; e as suas acções mais gloriosas, que aos ll.mos, eEx.mos. Netos daquelles Heroes, Que tanto se distinguírão na memorável Empreza da Acclamação, Offerece ***, Administrador do Correio do Reino - vinheta - Lisboa. M.DCCCIII. - Na Officina de Simão Thaddeo Ferreira - fio - Com Licença da Meza do Desembargo do Paço 16x10 - 1 f. s/n com dedicatória + 384 pp. - Enc. da época inteira de couro com rica douração na lombada. Inocêncio VII, 187 - Diz Innocencio:"Roque Ferreira Lobo, foi primeiramente empregado na administração do Correio Geral, e depois Official na secretaria do Senado da Camara de Lisboa, e a finalgraduado em Official maior da mesma secretaria. Nasceu na freguezia de S. Pedro davilla de Torres Vedras a 26 de Maio de 1743 ... e morreu em Lisboa a 3 de Outubro de1828. N'este volume se encontra reproduzida textualmente a Relação de tudo o quepassou na feliz acclamação, etc. attribuida ao P. Nicolau da Maia (...) A Historia é nasua maior parte extrahida do Portugal restaurado do Conde da Ericeira". Até a página70 a serie chronologica dos Reis de Portugal e, depois, a Feliz Acclamação do SenhorRei D. João IV até a p. 323, vindo a seguir a Relação de tudo o que se passou naaclamação do Mui Alto e Mui Poderoso Rei D. João O Quarto Nosso Senhor, cujamonarquia prospere Deos por largos annos. Dedicada aos Fidalgos de Portugal vinheta - Com todas as Licenças necessárias - Em Lisboa à custa de Lourenço deAnveres e na sua Officina e, no fim, a identificação de todos os fidalgos e nobres queparticiparam da Feliz Acclamação. Exemplar com leves picos de traça nas trêsprimeiras páginas e no dorso da Relação dos nobres e fidalgos, sem prejudicar aleitura. Comprado em leilão em Lisboa, em 2010. Raríssimo.
  • Bola Oficial da Penalty, assinada pelo Rei Pelé, em 2014 na inauguração de energia cinética da Shell. Armazenada em cubo de vidro com hastes em alumínio. Med da caixa 27,5 cm
  • KOSTER, Henry - Travels in Brazil by "*" - fio - London - Printed forLongman, Hurstm Rees, Orme, and Brown Paternoster-Row - 1816 - 26,5x20,5.1 f. s/n com dedicatoria + IX ff.com Contents e no verso a indicação das gravuras+1f. s/n com as referencias a planta do Porto de Pernambuco + 501 pp. e noverso erratas - Enc. antiga em 3/4 pelica marrom com douração na lombada.Rodrigues, p. 350, n 1344; Maggs, p. 290; Carvalho, p. 104; B.de Moraes, I, p.370 e ed. 83, p. 437; Sabin, 38272; Bosch, p. 246, no 299 -12. edição. Completonas gravuras. As edições com as gravuras coloridas são mais raras. Transcrevo oque diz Rodrigues no comentário sobre o liro das viagens de Koster a partesetentrional do Brasil: "Koster nasceu em Portugal de pais inglezes e residiu pormuitos annos em Perambuco. Viajou pela Pernambuco, Parahyba, Rio Grandedo Norte e Maranhão. Foi em 1815 que Koster deixou o Brasil para a Inglaterradizendo (cap. XV) que se esta era a sua patria, Portugal e o Brasil eram tambemseus e sentia-se como compatriota de seus filhos. As suas descripções tem muitominudencia. Os melhores capítulos são os últimos sobre a agricultura no Brasil"
  • UTA KEIL - "Carroça". OST. Assinado no . Meds: s/moldura 50 cm x 70 cm
  • UTA KEIL - "Thiago ". OST. Assinado no . Meds: s/moldura 50 cm x 70 cm

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